sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Life will turn us into statues, eventually...

Embora eu não tenha postado nada nesse último mês por causa da correria, não tinha como saber o que estava por vir.
Essa vida acaba de ganhar uma dose extra de irônia, e a ultima semana veio mostrar como tudo é transitório, e como algumas coisas acontecem de maneira que nem na mais fértil das imaginações poderia acontecer.
Já falei lá atrás dessa coisa de fim da juventude, e pensando se cresci ou não dentro dos meus parâmetros. Percebo que envelhecer envolve se importar muito não com o que as pessoas pensam, mas sim com o que elas sentem. E as pessoas sentem muitas coisas o tempo TODO.
Ninguém pode sentir nossa felicidade, ou nossa dor. E com esse mundo embrutecido ao nosso redor a gente vai se voltando muito para o eu, eu, eu. Esquecemos de que eles, os outros, não sentem isso. De maneira infantil, mesmo depois de crescidos nos ressentimos deste show todo, somos egoístas e hipócritas, inventamos uma justificativa confortável para nossas ações esperando que os outros comprem essa idéia.
E encontro sozinho, um momento de pensar em lições aprendidas de uma maneira ou outra com um dos tantos professores dessa vida.

Descanse em paz Reinaldo.